Tapei  a boca e dei a facada Diz mãe que matou  recém-nascida  à facada

Tapei a boca e dei a facada Diz mãe que matou recém-nascida à facada

O crime que chocou o pais continua a dar que falar. Segundo as últimas noticias a bebé morreu mesmo com um golpe no coração. A mãe antes de lhe dar a facada, tapou a boca à filha, mas a autópsia

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O crime que chocou o pais continua a dar que falar. Segundo as últimas noticias a bebé morreu mesmo com um golpe no coração. A mãe antes de lhe dar a facada, tapou a boca à filha, mas a autópsia confirmou que a bebé não morreu por asfixia.


A sua irmã Inês que a ajudou no parto e era sua cúmplice, limpou a faca e colocou o pequeno corpo num saco de plástico.

Outras informações sobre este crime:

Pacto entre irmãs mata bebé à facada


Ontem, Portugal ficou chocado com este crime. Uma mãe de 25 anos matou o seu bebé recém-nascido à facada. Sabe-se agora que a mulher tinha escondido a gravidez do marido e da família.

Chama-se Rafaela Cupertino, tem dois filhos gémeos de 20 meses e escondeu de todos que estava novamente grávida. Nunca foi ao médico. Na passada terça-feira deu à luz em casa matando-a de seguida com uma facada no peito. A ajuda-la no parto estava a sua irmã gémea, que foi quem colocou o corpo da recém-nascida num saco de plástico, com o objectivo de se desfazerem do cadáver.



No entanto as coisas não correram como o planeado, isto porque foi Inês a irmã de Rafaela que lhe deu assistência no parto, tendo inclusive feito uma sutura a Rafaela quando a bebé nasceu, mas não conseguiram controlar uma hemorragia.



Inês foi obrigada a chamar o 112 para pedir socorro e ai foram descobertas. Inês foi detida pela PJ de Setúbal por homicídio qualificado, vai ser presente a tribunal por ser cúmplice da irmã.



A mãe do bebé está hospitalizada no Garcia de Orta, em Almada, perto da morgue para onde o corpo da filha foi levado para autópsia, mas mal tenha alta será detida.

O companheiro e pai dos filhos não estava em casa quando ocorreu o crime e não sabia da gravidez da mulher. Fontes afirmam que ambos tinham uma "relação complicada", mas sem problemas financeiros ou queixas na Justiça.

Também ele já foi ouvido pela PJ, mas não é suspeito de qualquer crime. Só quando chegou a casa é que se apercebeu do que tinha acontecido.

Sendo Inês a unica testemunha do crime, a PJ está a tentar apurar se ela tinha conhecimento da gravidez da irmã e das suas intenções.



Este crime deixou surpreendidos os vizinhos "Não acredito nisto. A Rafaela é uma boa mãe, uma mulher alegre e divertida. Vivia para os dois filhos. Algo de muito mau deve ter acontecido para fazer isto" disse Edite Patrício, vizinha de Rafaela.



Os gémeos estão ao cuidado de familiares ainda durante a madrugada. A família está em choque mas está com as atenções concentradas nos dois meninos, estão a fazer de tudo para os proteger deste momento complicado.

Para os familiares, Rafaela "não tem consciência do que se passou". "Andava em baixo e cansada, mas nada que levasse a suspeitar desta situação".

Rafaela Cupertino trabalhava numa empresa de distribuição na Margem Sul do Tejo. Vivia com o companheiro, dois filhos gémeos, de 20 meses, e a irmã, que trabalha numa empresa de limpezas perto da casa onde ocorreu a tragédia.