Taís Araújo diz que separação fez o casamento ficar mais forte

Taís Araújo diz que separação fez o casamento ficar mais forte

Taís Araújo e Lázaro Ramos estão casados há 14 anos, mas há dez o casal passou por um período de separação, que hoje a atriz avalia ter sido fundamental para a durabilidade da relação. "Sabe o que

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Taís Araújo e Lázaro Ramos estão casados há 14 anos, mas há dez o casal passou por um período de separação, que hoje a atriz avalia ter sido fundamental para a durabilidade da relação.

"Sabe o que temos que fazer na vida em relações? Temos que fazer renovações de contratos", explicou à Universa após um debate sobre empoderamento feminino e o papel da mulher no mercado de trabalho nesta segunda-feira, (14), promovido pela marca de acessórios Morana, no Centro Universitário Belas Artes, em São Paulo.

Para ela, é importante renegociar, sempre, as posições de cada um na relação. "Os contratos vão mudando porque nós vamos mudando. Se você fica com um contrato velho que não cabe mais no mundo de hoje, no seu comportamento de hoje... Pode esquecer", acredita.

"Foi isso com a gente, as cláusulas foram mudando. Éramos muito novos. A vida dos dois mudando, muito mais a do Lázaro do que a minha. Era muita novidade e, de repente, a gente viu que a gente se gostava, mas daquele jeito não estava legal". Ela ainda revela que, quando retomaram o casamento oito meses depois, o arranjo entre eles já havia mudado.

Desde então, eles se tornaram pais de Maria Antônia, 3, e João Vicente, 6, produziram juntos dois trabalhos de sucesso: a peça de teatro "O Topo da Montanha", sucesso de crítica e público; e a série "Mister Brau", na quarta temporada na Globo.

Defensora dos Direitos das Mulheres Negras da ONU Mulheres, Taís comentou as críticas de que foi alvo a novela "Segundo Sol" pelo seu elenco com pouca representatividade negra em uma trama ambientada na Bahia, berço da cultura afro-brasileira.

"[A emissora] ouviu, reconheceu e está trabalhando para tentar de alguma maneira suprir isso, que eu acho que é um caminho natural. Os temas de que estamos falando — feminismo, racismo, a desigualdade racial — cabe ao mercado ouvir essas demandas senão ele vai quebrar”, acredita.

"As gerações mais novas já sabem o que querem e, se o mercado não apresentar o que eles querem, eles vão para outro lugar que apresente. Tem muito de tudo e tem onde encontrar".