Piadas épicas...

Piadas épicas...

—————————————————————————————————— Furo de reportagem Um famoso repórter de televisão estava em Uzbequistão, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente, ele

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Furo de reportagem

Um famoso repórter de televisão estava em Uzbequistão, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente, ele se deparou com um velhinho e logo começou a entrevistá-lo:

- O senhor poderia me contar um fato de sua vida que jamais tenha se esquecido?

O velho homem sorri e começa a contar a história:

- Um dia, há muito tempo atrás, minha cabra se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da cabra. Quando finalmente a encontramos, já de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível…

O jornalista se assusta com a história e diz, todo sem jeito:

- Meu senhor, sinto em lhe dizer que a emissora dificilmente levará ao ar essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra história… Quem sabe se o senhor nos contasse uma história bem feliz…

O velho sorriu e disse:

- Ok, também já vivi uma história muito feliz aqui…

Então o repórter sorri aliviado e o velho homem começa a contar:

- Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da mulher. Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda. Foi a maior diversão da minha vida!

O jornalista ficou decepcionado mas não desistiu e sugeriu ao velho homem:

- OK, vamos tentar mais uma vez: Será que o senhor não poderia nos contar uma história muito, muito triste?

Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lágrimas, começou:

- Um dia, eu me perdi na montanha…

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Priminho novo

Joãozinho foi visitar o primo recém-nascido. No caminho, sua mãe foi prevenindo:

- Seu primo nasceu sem orelhas. Não faça piadas a respeito, ou você vai ficar de castigo!

Joãozinho prometeu se comportar. No quarto ele olhou para o priminho sem orelhas, muito compenetrado, e falou assim para a tia:

- Estou rezando para que meu priminho tenha uma ótima visão.

A tia ficou encantada.

- Mas que menino mais atencioso! Preocupado com os olhos do priminho…

- É, porque se ele tiver que usar óculos está f#dido!

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Verbo mineiro

Perguntaram ao mineiro:

- Diz aí um verbo!

Ele pensou, pensou e respondeu indeciso:

- Bicicreta.

- Não é bicicreta seu mineiro burro, é bicicleta. E bicicleta não é verbo!

Perguntaram a outro mineiro:

- Diz você aí um verbo!

Ele também pensou, pensou e arriscou ressabiado:

- Prástico.

- Não é prástico, ô mineiro burro, é plástico. E plástico não é verbo!

Perguntaram a um terceiro mineiro:

- Diz aí um verbo!

Esse aí nem pensou:

- Hospedar.

- Muito bem! Até que enfim um mineiro inteligente. Agora diga ai uma frase com o verbo que você escolheu.

O mineiro encheu o peito de coragem e mandou bala:

- Hospedar da bicicreta são de prástico!

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A morte do padre

O velho padre, durante anos, tinha trabalhado fielmente com o povo africano, mas voltou ao Brasil, doente e moribundo. No Hospital Geral de Brasília, é a notícia da hora. Já nos últimos suspiros, ele faz um sinal à enfermeira, que se aproxima.

- Sim, Padre? – diz a enfermeira.

- Eu queria ver dois proeminentes políticos antes de morrer, JOSÉ DIRCEU e o JOSÉ GENOINO – sussurrou o padre.

- Sim, Padre, verei o que posso fazer – respondeu a enfermeira.

De imediato, ela entra em contato com o Congresso Nacional e logo recebe a notícia: ambos também gostariam muito de visitar o padre moribundo.

A caminho do hospital, GENOINO diz a JOSÉ DIRCEU:

- Eu não sei por que o velho padre nos quer ver, mas certamente que isso vai ajudar a melhorar a nossa imagem perante a Igreja e o povo, o que é sempre bom.

JOSÉ DIRCEU concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até foi enviado um comunicado oficial à imprensa sobre a visita.

Quando chegaram ao quarto, com toda a imprensa presente, o velho padre pegou na mão de GENOINO, com sua mão direita e na mão de JOSÉ DIRCEU, com sua esquerda.

Houve um grande silêncio e notou-se um ar de pureza e serenidade no semblante do padre.

JOSÉ DIRCEU então disse:

- Padre, por que é que fomos nós os escolhidos, entre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu fim?

O Padre, lentamente, disse:

- Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo.

- Amém – disse GENOINO.

- Amém – disse JOSÉ DIRCEU.

E o Padre concluiu:

- Então… como Ele morreu entre dois ladrões, eu quero fazer o mesmo!!!

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Casal moderno

Esposa: Amor, você quer me fazer feliz?

Marido: Sempre!

Esposa: Então me beija em três lugares diferentes?

Marido: Claro! Onde?

Esposa: Em Miami, Paris e Veneza…

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Muda com a idade

Ele era completamente narcisista, e tomava muito sol. Uma manhã parou nu em frente ao espelho para admirar seu corpo e notou que estava todo bronzeado, à exceção de seu pênis. Então decidiu fazer algo a respeito.

Foi à praia, se despiu completamente e se cobriu todo de areia, menos aquilo.

Duas velhinhas vinham caminhando pela praia. Uma delas usava um bastão para ajudar a caminhar. Ao ver aquela coisa saindo da areia, a que tinha o bastão começou a dar voltas ao redor, observando.

Quando se deu conta do que era, disse:

- Não há justiça no mundo.

A outra anciã, que também observava com curiosidade lhe perguntou a que se referia. A do bastão respondeu:

- Olha isso! Aos 20 anos, me dava curiosidade; Aos 30, me dava prazer; Aos 40, me enlouquecia; Aos 50, tinha que pedir; Aos 60, rezava por ele; Aos 70, me esqueci que existia. Agora que tenho 80, brota na terra e eu não consigo me agachar!

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Projeto para a Copa

O governo de Minas Gerais está patrocinando cursos de inglês para as prostitutas mineiras. O objetivo é facilitar o entrosamento delas com os turistas estrangeiros que virão ver o Pato e o Ganso jogarem no campo e o pinto jogar no quarto.

Talvez seja um novo modelo da tal inclusão social de que o governo fala tanto.

Meter as meninas no meio do projeto, já que vivem metendo o projeto no meio delas.

Deixar que as p#tas ganhem alguma grana extra, já que os filhos delas estão faturando alto.



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Meu Tio Tonico

Meu tio Tonico estava bem de saúde, até que sua esposa, minha tia Marocas, a pedido de sua filha, minha prima Totinha, disse:

- Tonico, você vai fazer 70 anos, está na hora de fazer um check-up com o médico.

- Para quê, estou me sentindo muito bem!

- Porque a prevenção deve ser feito agora, quando você ainda se sente jovem – disse minha tia.

Então meu tio Tonico foi ver um médico. O médico, sabiamente, mandou-o fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que o plano de saúde cobrisse.

Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam muito bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então receitou:

Comprimidos Atorvastatina para o colesterol,

Losartan para o coração e hipertensão,

Metformina para evitar diabetes,

Polivitaminas para aumentar as defesas,

Norvastatina para a pressão,

Desloratadina em alergia,

Como eram muitos medicamentos, tinha que proteger o estômago, então ele indicou Omeprazol e um diurético para os inchaços.

Meu tio Tonico foi à farmácia e gastou boa parte da sua aposentadoria em várias caixas requintadas de cores sortidas. Nessas alturas, como ele não conseguia se lembrar se os comprimidos verdes para a alergia deviam ser tomadas antes ou depois das cápsulas para o estômago e se devia tomar as amarelas para o coração antes ou depois das refeições, voltou ao médico. Este lhe deu uma caixinha com várias divisões, mas achou que titio estava tenso e algo contrariado. Receitou-lhe, então, Alprazolam e Sucedal para dormir.

Naquela tarde, quando ele entrou na farmácia com as receitas, o farmacêutico e seus funcionários fizeram uma fila dupla para ele passar através do meio, enquanto eles aplaudiam. Meu tio, em vez de melhorar, foi piorando.

Ele tinha todos os remédios num armário da cozinha e quase já não saia mais de casa, porque passava praticamente todo o dia a tomar as pílulas. Dias depois, o laboratório fabricante de vários dos remédios que ele usava, deu-lhe um cartão de “Cliente Preferencial”, um termômetro, um frasco estéril para análise de urina e lápis com o logotipo da farmácia.

Meu tio deu azar e pegou um resfriado. Minha tia Marocas, como de costume, fez ele ir para a cama, mas, desta vez, além do chá com mel, chamou também o médico. Ele disse que não era nada, mas prescreveu Tapsin para tomar durante o dia e Sanigrip com Efedrina para tomar à noite. Como estava com uma pequena taquicardia, receitou Atenolol e um antibiótico, 1 g de Amoxicilina. A cada 12 horas, durante 10 dias. Apareceram fungos e herpes, e ele receitou Fluconol com Zovirax.

Para piorar a situação, Tio Tonico começou a ler as bulas de todos os medicamentos que tomava, e ele ficou sabendo todas as contra-indicações, advertências, precauções, reações adversas, efeitos colaterais e interações médicas. Leu coisas terríveis. Não só poderia morrer mas poderia ter também arritmias ventriculares, sangramento anormal, náuseas, hipertensão, insuficiência renal, paralisia, cólicas abdominais, alterações do estado mental e um monte de coisas terríveis.

Com medo de morrer, chamou o médico, que disse para não se preocupar com essas coisas, porque os laboratórios só colocavam para se isentar de culpa.

- Calma, seu Tonico, não fique aflito – disse o médico, enquanto prescrevia uma nova receita com um antidepressivo Sertralina com Rivotril 100 mg. E como titio estava com dor nas articulações, deu Diclofenac.

Nessa altura, sempre que o meu tio recebia a aposentadoria, ia direto para a farmácia, onde já tinha sido eleito cliente VIP. Chegou um momento em que o dia do pobre do meu tio Tonico não tinha horas suficientes para tomar todas as pílulas, portanto, já não dormia, apesar das cápsulas para a insônia que haviam sido prescritas.

Ficou tão ruim que um dia, conforme já advertido nas bulas dos remédios, morreu.

No funeral tinha muita gente mas quem mais chorava era o farmacêutico. Agora tia Marocas diz que felizmente mandou titio para o médico bem na hora, porque se não, com certeza, ele teria morrido antes.

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Entrevista de emprego

1º) Candidato formado na USP

Diretor: Qual e a coisa mais rápida do mundo?

Candidato: Ora, é um pensamento.

Diretor: Por quê?

Candidato: Porque um pensamento ocorre quase instantaneamente.

Diretor: Muito bem, excelente resposta.

2º) Candidato formado na PUC

Diretor: Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato: Um piscar de olhos.

Diretor: Por quê?

Candidato: Porque e tão rápido que às vezes nem vemos.

Diretor: Ótimo

3º) Candidato formado na UNICAMP

Diretor: Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato: A eletricidade.

Diretor: Por quê?

Candidato: Veja, ao ligarmos um interruptor, acendemos uma lâmpada a 5km de distância instantaneamente.

Diretor: Excelente.

4º) Candidato fazendo curso no SENAI do Piaui

Diretor: Qual e a coisa mais rápida do mundo?

Candidato: Uma diarreia…

Diretor: Como assim ? Está brincando ? Explique isso…

Candidato: Isso mesmo. Outra noite eu tive uma diarreia tão forte, que antes que eu pudesse pensar, piscar os olhos ou acender a luz, já tinha me cag#do todo…

Diretor: O emprego é seu!

Moral da História: Fundamento técnico e cálculo não são tudo, entender de cag#das é o que o mercado precisa!!!

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Loira de carro novo

A loira estava saindo da concessionária com seu novo carro quando deu uma fechada num caminhoneiro e os dois ficaram parados de lado. O caminhoneiro sai furioso do caminhão, puxa um giz do bolso e desenha um circulo no chão.

- Não sai desse círculo. – disse ele.

Então ele entra no caminhão, pega um porrete e quebra todos os vidros do carro da loira. É então que ele percebe um sorrisinho maroto no rosto da loira.

- Tá achando engraçado.

Ele pega a chave do caminhão e arranha a pintura do carro da loira.

- Ri agora, ri!

E a loira continua com seu sorriso. Furioso, o caminhoneiro pega uma estaca e estoura todos os pneus da loira.

- Agora já chega, né!

E a loira estava lá segurando a gargalhada.

- Agora chega – resmungou o caminhoneiro totalmente nervoso.

Ele pega um galão de gasolina, derrama no carro da loira, acende um fósforo e põe fogo no carro.

- Agora você tira esse sorrisinho!

Ele é então interrompido pelos risos estéricos da loira!

- Caramba, de quê você tanto acha graça? – pergunta ele.

- É que enquanto você não estava olhando eu saí do círculo quatro vezes.

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