O mal das famílias na atualidade!

O mal das famílias na atualidade!

Neste mundo contemporâneo em que as coisas são programadas para se tornarem obsoletas em curto prazo de tempo, somos surpreendidos por novos modelos de smartphones, tabletes, tv de última geração que

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Neste mundo contemporâneo em que as coisas são programadas para se tornarem obsoletas em curto prazo de tempo, somos surpreendidos por novos modelos de smartphones, tabletes, tv de última geração que se apresentam como uma onda gigante que vem nos engolir. Somos impulsionados por essa realidade. Nessa corrida em busca do modelo tecnológico de última geração o tempo passa a ser altamente valorizado buscando-se adquirir bens materiais ou seja o consumismo é frenético.

Nesse sentido,o trabalho e as relações de poder assumem um papel principal sobrepujando-se a vida pessoal e familiar.

Realidades virtuais estão se tornando obsessão nesse mundo, as pessoas não encontram tempo para as relações interpessoais, crianças estão se viciando em tabletes ou computadores por “falta” de seus pais que optam em dar prioridades às suas carreiras apoiando-se no argumento de suprir às necessidades e desejos de seus filhos.

Nos dias atuais não é raro aparecer nos consultórios psicológicos pais buscando resposta para o dilema de seus filhos absterem-se da interação com familiares e amigos nem mesmo em momentos de lazer, preferindo o isolamento de seus quartos na companhia de seus computadores ou smartphones conectados em jogos e ou redes sociais. O que ocorre é que crianças inteligentes necessitam de estímulos suas fantasias infantis buscam espaço de continente psíquico(holding) de um adulto e deste modo são envolvidas e caminham para o desenvolvimento físico e psicológico. Outro fator é que quando são um pouco maiores suas opiniões são ignoradas por serem consideradas crianças pelos pais.Ao tentar manifestar qualquer opinião são literalmente calados com a exata frase” sua opinião não conta” ou “você é uma criança ainda,” algumas nem mesmo podem opinar qual esporte gostariam de praticar, obrigando-se a seguir em frente com as escolhas de seus pais.

O fato é as redes sociais oferecem para essas crianças um ambiente acolhedor, e mesmo de uma forma nada ortodoxa, eles são ouvidos, suas opiniões são validadas por isso rendem-se a esse local de livre expressão, enquanto em suas famílias são desencorajados, desestimulados ao menor sinal de expressão vocal. Ser especial e ocupar um espaço único na vida de seus pais é objeto de desejo destas crianças, em contrapartida, os pais desejam ascensão de suas carreiras e bens materiais demasiadamente. Infelizmente todas estas experiências terão impactos negativos na estrutura psíquica e na maneira de estabelecer relação de cada um destes adultos em potencial.

Uma matéria para se refletir é a busca acelerada de respostas imediatas de pais pela “cura” para seus filhos de um mal que eles também padecem.

Fonte: Pensar Bem Viver Bem
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