BMW X2 chega ao Brasil custando a partir de R$ 212 mil

BMW X2 chega ao Brasil custando a partir de R$ 212 mil

Um, ..., três, quatro, cinco e seis. Para completar a contagem da família de utilitários da BMW, só faltava o “dois”. Agora, a marca alemã anuncia que já aceita encomendas do modelo X2 no Brasil. O

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Um, ..., três, quatro, cinco e seis. Para completar a contagem da família de utilitários da BMW, só faltava o “dois”. Agora, a marca alemã anuncia que já aceita encomendas do modelo X2 no Brasil. O primeiro lote a ser vendido — por meio do site da marca e limitado a cem exemplares — será da versão topo de linha, chamada sDrive20i M Sport X, que custa R$ 247 mil. Haverá, contudo, uma configuração mais em conta (digamos assim...): é a sDrive20i GP, de R$ 212 mil. Ambas terão o onipresente motor quatro cilindros turbo de 2 litros e 192cv (o tricilíndrico 1.5 turbo não chegará aqui). A transmissão é nova: trata-se de uma automatizada de dupla embreagem e sete velocidades, que podem ser trocadas manualmente por aletas atrás do volante. É o mesmo conjunto — eficiente — oferecido no BMW X1 e na Série 3. Em todas as versões que estreiam no Brasil, a tração será dianteira. Dessa forma, a configuração vendida aqui será capaz de chegar aos 100km/h em 7,7 segundos. Se o desempenho não é de cair o queixo (ainda não há confirmação de uma versão preparada pela divisão M), o destaque fica para a economia de combustível. Segundo a marca, o X2 a gasolina é capaz de fazer até 18,1 km/l na estrada. O X2 é feito na mesma fábrica do X1 de segunda geração, em Regensburg, na Baviera. Os dois usam a mesma plataforma UKL, originária dos Mini com tração dianteira (há opção de tração integral). As opções de motor são semelhantes, o painel não muda e até a distância entre eixos é igual: 2,67m. Qual, então, é o sentido de manter esse par de modelos tão semelhantes em linha? Explica-se: o X1 está mais para um utilitário compacto clássico, um modelo prático (com porta-malas maior) para uso familiar. Já o X2 tem linhas mais esportivas: capô mais longo, linha de cintura alta, teto 9cm mais baixo e uma traseira 7cm mais curta que a do irmão. Visualmente, o X2 está mais para mais hatch nervoso do que para utilitário, com seu caimento do teto acentuado, tanto que a BMW classifica o carro como SAV (Sport Activity Vehicle, ou veículo de atividade esportiva)... As linhas são bem fiéis às do conceito homônimo que foi apresentado no Salão de Paris de 2016 (e que, um mês depois, fez uma aparição surpresa no Salão de São Paulo). A versão final acaba de ser lançada na Europa. Além disso, o X2 estreia alguns retoques de estilo que chegarão a outros carros da marca alemã. É o primeiro a usar a nova grade dianteira, com base mais larga do que o topo, além de exibir o símbolo da BMW na coluna C do teto. Tal detalhe é uma referência aos clássicos 2000 CS e 3.0 CSL das décadas de 60 e 70. O revestimento interno pode ser de tecido ou de couro, com detalhes prateados ou em preto brilhante, de acordo com a versão. Desde a versão básica, o utilitário tem assistente de estacionamento, câmera de ré e central multimídia com tela de 6,5 polegadas. A versão topo de linha acrescenta ajustes elétricos nos bancos dianteiros, teto solar panorâmico, ar-condicionado automático e digital com duas zonas, chave presencial e retrovisores rebatíveis e aquecidos. Há, ainda, uma central multimídia maior, de 8,8 polegadas, e head-up display. O pacote de segurança inclui seis airbags (dois dianteiros, dois laterais dianteiros e dois de cortina dianteiros e traseiros). Apesar de recheado, o X2 fica devendo equipamentos com tecnologia mais avançada, como controle de cruzeiro adaptativo ou até mesmo um leitor de faixas, equipamentos presentes em modelos bem mais em conta.

Vai brigar com quem?

O BMW X2 não tem muitos concorrentes diretos. Em sua faixa de preço existem modelos maiores, menores, mais potentes e até que ainda serão lançados. Um exemplo é o Jaguar E-Pace, que começa a ser vendido em maio com preços entre R$ 222.300 e R$ 278.080. O Evoque também está no páreo, com versões a partir de R$ 228.500. Para completar, ainda há um concorrente alemão. O GLA 250 Sport, versão topo de linha do utilitário de entrada da Mercedes, que custa R$ 233 mil.























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