Cliente quebra ventilador em frente a Havan

Cliente quebra ventilador em frente a Havan

Comprou ventilador e teve que passar calor O morador do bairro São Roque, Lindones Antunes, 44 anos, protagonizou uma cena inusitada na manhã de segunda-feira. Ele foi até a frente da loja Havan, no

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Comprou ventilador e teve que passar calor

O morador do bairro São Roque, Lindones Antunes, 44 anos, protagonizou uma cena inusitada na manhã de segunda-feira. Ele foi até a frente da loja Havan, no bairro Fazenda, em Itajaí, e quebrou um ventilador de R$ 199 que comprou parcelado no cartão da loja. O motivo, segundo ele, foi porque a loja se enrolou para trocar o produto estragado.
Lindones comprou o ventilador no dia 26 de dezembro. No dia 1º de janeiro, naquele baita calorzão da virada, o aparelho queimou. Ele foi até à loja na segunda-feira e disseram que o prazo pra troca era de dois dias e já tinha vencido.
Ele foi orientado a procurar uma assistência técnica para que um laudo fosse emitido. “Mas o calor não espera, né?! Eu quero outro ventilador”, lascou, indignado. Como a loja se negou a trocar o aparelho sem o laudo da assistência técnica, ele foi até a frente da Havan, por volta das 11h30 de segunda-feira, e quebrou o aparelho.

Loja cumpre a lei
Em nota, a Havan diz que cumpre rigorosamente o que determina o Código de Defesa do Consumidor. “A Lei Federal 8.078/90 não estabelece obrigatoriedade de troca de produto. Não há previsão legal para troca imediata de produto. A lei diz que, comprou um produto, ele apresentou problema, deve ser encaminhado para o fornecedor/assistência técnica, que terá prazo de 30 dias para resolver o problema”, diz.
A loja explica que as trocas e os prazos dependem de cada produto. “Havendo a alegação de “queima”, como é o caso, é mais do que justo e legalmente previsto, que se faça a verificação da causa. Afinal, pode não ser um defeito, e sim, que o produto tenha sido submetido a uso inadequado”, continuou.

Respeita o cliente
A loja diz que respeita ao máximo os seus clientes, mas também resguarda a saúde do seu negócio. “Para que se sustente frente a tantos desafios impostos pelo mercado de consumo brasileiro, há que se observar procedimentos e preceitos legais, como se fez”, alega.

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